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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ginger & Rosa

Postado por Hellen às 16:38 2 comentários

"We had a dream that we would always be best friends."
Ginger & Rosa tá na lista de filmes que eu vou assistir nem sei mesmo por que, só sei que deu  vontade. A história das meninas inicia em 1945 quando as duas nascem na época em que estão ocorrendo as explosão das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Elas crescem juntas, sendo amigas inseparáveis e o enredo começa mesmo em 1962 quando o mundo está próximo a iniciar a Guerra Fria. As meninas estavam então com 17 anos, se hoje essa idade já consegue ser um terror tamanha as milhões de incertezas da vida, imagina em 1962 em que o mundo podia entrar numa guerra nuclear na qual Ginger via o fim da espécia humana . Sendo filha de um pacifista, Ginger resolve também tomar parte da causa e se une com Rosa em reuniões de ativista contra a bomba temendo o fim de tudo. Só que Rosa não tem os mesmo interesses que Ginger, ela está em uma fase em que a sexualidade é seu maior interesse e saber se vão estar vivas amanhã por causa de uma guerra não é lá seu foco principal. Rosa tenta o tempo todo parecer mais velha, no seu jeito de agir, maquiar e se relacionar com homens só que ela só quer mesmo é viver sua vida agora e não carregar nenhuma responsabilidade, muito menos a  de ter que "salvar o mundo" de um possível guerra.
Ginger: "Who do you think you are? Don't you care about the future anymore?"
Rosa: "Who do you think you are? While everyone can serve the whole world some of us have to concentrate on just one person."
Rosa no fundo parece mais está querendo salvar a si mesma, se prendendo em um individualismo tão grande e agindo de acordo com a sua vontade sem se importar quem está sendo ferido, mesmo que essa pessoa seja a sua melhor amiga, a sentimental Ginger.
O filme ganha muito nas atuações, em especial a tão novinha Elle Fanning, mesmo trabalhando no cinema desde pequena a atuação dela é surpreendente para uma garota de 14 anos. A fotografia do filme é linda e a trilha sonora dos anos 60 tá S2.


"I've loved you, Rosa, but we are very different. You dream of everlasting love, not me. Despite the horror and the sorrow, I love our world. I want us all to live. What really matters is to live and if we live, there will be nothing to forgive."

Nota :
   

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

"Rock of Ages" e o preconceito com musicais.

Postado por Hellen às 12:52 7 comentários
Título gigante, mas eu quero aproveitar a oportunidade, já que nunca falei de musicais aqui, para falar do preconceito que as pessoas tem com eles. Ontem eu fui assistir "Rock of Ages" e tive que ir praticamente correndo porque era ontem ou só no DVD, isso porque o filme alcançou a marca de duas semanas em cartaz aqui na terrinha soteropolitana. Sendo que nessa última semana só sobraram uns 3 horários (em uma cidade com mais de 50 salas). Por que? Bom porque não tem público para esse tipo de filme. Simplesmente por ser musical. Eu conheço MUITA gente, muita mesmo que nunca assistiu a um musical na vida mas fala que não gosta, ou acha idiota e sem propósito. O que é muito triste, porque estão se privando de um dos estilos mais divertidos de se contar uma história. Que faz você sair de uma sala de cinema super feliz e cantando, ou simplesmente maravilhado com os números  de dança. Agora deixando meu manifesto de "vão ao cinema assistir musicais" de lado. Vamos ao Rock of Ages.
O filme é passado em 1987 quando o Rock estava gritando a sua liberdade de expressão. E aí nós começamos com  Sherrie (Julianne Hough) chegando em Hollywood para tentar uma vida de cantora quando, em uma situação receptiva não muito agradável, ela conhece Drew (Diego Boneta) que trabalha de garçom na casa de shows Bourbon, referência de Rock na cidade. A partir daí eles se apaixonam e coisa e tal, tendo aquele romance fofinho e cheio de estrelinhas que todo mundo gosta. Mas é claro que tudo acontece regado da  cantoria dos anos 80 para ficar 2X vezes mais amorzinho.
*dying with the cuteness*

Neste período o Bourbon está indo de mal a pior então para salvá-lo seus administradores Dennis (Alec Baldwin) e Louis(Russel Brand) conseguem que o grande astro do Rock, Stacee Jaxx (Tom Cruise) faça a apresentação que os tiraria do buraco. Mas como "you can't always get what you want" o que acontece é uma montanha de imprevistos, encontros  e desencontros que deixam o Bourbon mais na ribanceira ainda e nosso casal ternurinha super balançado. O filme me contagiou  com suas músicas e números muito bem colocados (porque musical bom também é musical que sabe a hora que deve cantar e como fazer isso), mas dizem que a galera que viveu essa época é quem mais se emociona só de lembrar seus tempos de glória. Apesar de ter nascido nos anos 80, eu só peguei o finalzinho mesmo então não consegui presenciar nada disso. Quando eu já  compreendia alguma coisa era o Pop que dominava o mundo com suas boybands e girlbands que eu acho que todo mundo com mais de 20 anos presenciou. O filme ocorre no gancho em que todos achavam que qualquer manifestaçãozinha do Rock era rebelde e desbocada demais e estava ocorrendo o nascimento dos grupinhos puro amor com seus passinhos sincronizados.
Um dos pontos mais altos de Rock of Ages é o elenco, em especial Tom Cruise que parece que nasceu para cantar em um banda Rock, aqui ele abrilhanta mais uma vez sendo a principal estrela do filme. Fora ele, o filme conta com  Alec Baldwin em parceria com Russel Brand que criam o elenco mais cômico (isso porque eu nem gostava do Russel). Catherine Zeta-Jones é ressuscitada das cinzas para viver a primeira dama que quer livrar a cidade do pecado. E a duplinha iniciante Julianne Hough e Diego Boneta que vivem o casal de quem a maior parte da trama gira em torno.
Então se você mora em uma cidade na qual o filme ainda está em cartaz e não viu, eu sugiro que você se mexa e vá para o cinema liberar essa estrela do rock que há em você. E ainda sair de lá dançando com o pensamento de "e o próximo musical estréia quando?"

Trailler:



E uma das músicas favoritas.


E aí todo mundo já dançando na frente do PC.
Nota:
   

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Os Descendentes

Postado por Hellen às 05:55 3 comentários
Uh lala. Começou a melhor temporada nos cinemas do Brasil: pós o anúncio da lista de indicados do Oscar. Isto é, quando os cinemas tomam vergonha e começam a passar os filmes que deveriam ter passado no ano anterior mas que não passaram porque achavam que "Se beber não case 2" daria mais audiência então agora correm contra o tempo para mostrar tudo até dia 26 de fevereiro. Eta lele =D. Então começando a minha corrida junto aos cinemas essa semana fui assistir Os Descendentes e Os homens que não amavam as mulheres, este último não está no Oscar mas é o must see da estação.



Os descendentes conseguiu me cativar logo no início em que o protagonista, Matt King (George Clooney), diz que só porque ele mora no Havaí seus amigos de fora acham que ele não tem problema nenhum, passa o dia ouvindo o uhla e em cima de um prancha de surf. Eu sinto isso na pele porque o fato de morar em Salvador já fez com que ouvisse pessoas de outras estados que eu devia passar o dia na praia e ir dançar o olodum de noite no pelourinho, aliás é só assistir os noticiários nacionais que toda vez que eles se referem a Salvador é se vai ter praia ou não no dia seguinte ¬¬. Bem eu nem lembro qual foi a última vez que fui a uma praia e Matt King diz que já faz 15 anos que ele não sobe em uma prancha de surf. Matt é um advogado bem sucedido cuja mulher, Elizabeth, acabou de sofrer um acidente enquanto praticava esses esportes de aventura, bateu a cabeça em uma pedra e está em coma...morrendo. Com a mulher nesse estado Matt tenta se reaproximar das filhas, Alexandra e Scottie, de quem ficou afastado durante anos por estar sempre mais envolvido com o trabalho. Scottie é a caçula de 10 anos e com quem Matt não convivia direito desde os 3, e agora está praticamente o enlouquecendo com essa coisa de ser pai em tempo integral. Alexandra tem 17 anos e não tem um bom relacionamento nem com pai e nem com a mãe. No seu último contato com a mãe elas tiveram uma grande discussão que só agora ela revela que era sobre a sua mãe está tendo um caso.

A primeira vista o filme parece ter um roteiro não muito empolgante, afinal é a vida de um cinquentão cuja mulher ta nas últimas e não se dá muito bem com as filhas, mas quando se tem uma boa equipe até as mais banais das histórias podem se tornar surpreendentes e é isso que ocorre em Os Descendentes. Matt e Alexandra entram em uma busca para encontrar o amante de Elizabeth, ao mesmo tempo eles tentam preservar Scottie e tem em mão uma decisão que afeta todos os moradores do Havaí. Matt e seus primos são meio que herdeiros da realeza havaiana, tendo em mãos milhares de hectares inabitados no Havaí e o governo espera que eles dêem um rumo nessas terras em até 7 anos, sendo Matt o principal responsável pela decisão. A trama se torna esse novelo de decisões, buscas e descobertas. Descobertas de si mesmo, uma busca pelo tempo perdido e ao mesmo tempo vendo que há coisas que não tem mais volta então temos que aceitar os nossos erros e seguir em frente independente da dor. Como ocorre com muita frequência na nossa própria vida. Eu sou meio fã dessas coisas que com sutileza falam muito por isso recomendo o filme.

O filme apesar de trazer temas dramáticos também conta com uma leve comédia que faz você dar risada após ter se debulhado em lágrimas. Até agora dos indicados ao Oscar só assisti ele e Meia Noite em Paris, e embora Os Descendentes já tenha levado o Globo de Ouro não sei se leva o Oscar também ainda estou muito curiosa com O artista e Vidas Cruzadas. No entanto se levar fez por merecer =).


Nota:

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Bom apetite (Bon appétit - 2009)

Postado por Hellen às 11:58 3 comentários
Hola queridos leitores.
Eu vos abandonei desde...AGOSTO. Por pura preguiça(vergoooonha). Fiquei com preguiça de falar dos livros que li, dos filmes que assisti e das séries que acompanhei. Na verdade meu segundo semestre de 2011 foi tão preguiçoso no quesito: assitir/ler que nem foram tantos assim. Mas eu gosto muito desse blog e não quero que ele suma, só quero que a preguiça maldita vá embora e que venham todas as forças para postar aqui.

Mas vamos ao assunto do post. Minhas férias começaram (aêêêêê) só que agora por um tempo meio indeterminado, eu finalmente me formei (é de novo, looong history) e estou aguardando o concurso que eu passei me chamar, até lá estou aqui com todo o tempo livre =). O que me leva a ficar procurando filmes na tv para matar o tempo, eu gosto de pegar filmes desconhecidos os quais eu nunca acharia por mim mesma mas quem sabe podem ser um boa surpresa. Às vezes são uma grande perda de tempo como anteceu com um tal de Rumer (um filme sobre um pneu com poderes telepáticos O.o), mas às vezes temos boas surpresas como aconteceu com Bom apetite.

Bom apetite conta a história de 3 amigos: Daniel, Hugo e Hannah que trabalham em um famoso restaurante em Zurique. O que já começa deixando ao filme super bonitinho são as cenas da cidade Suíça ao fundo e para ficar ainda mais "poético" eles são de 3 nacionalidades distintas.
Daniel é um chef espanhol, Hugo um chef italiano e Hannah uma sommelière alemã.
E assim o filme fica numa oscilação de idiomas muito legal.
Tudo começa com Daniel chegando ao novo restaurante nessa nova cidade onde irá conhecer Hugo, Hannah e Thomas, conhecendo suas histórias e se tornando íntimos de suas vidas. O filme não é uma Julia Child da vida mas você os vê preparando alguns pratos entre uma cena e outra, que me faz invejar pessoas que realmente sabem cozinhar, como a capacidade criar um jantar lindo utilizando biscoitos, ovos e BALA DE MENTA.
E enquanto isso eles vão descobrindo suas falhas e verdadeiros sentimentos. Ele é um drama, mas um drama levezinho que é bom de assistir. E para completar os personagens ainda fazem uma viagem pela Europa entre seus países de carro o que deixa o filme ainda mais bonito.
Se você gosta de romancezinhos/amigos e comida eu recomendo.





P.s: o principal idioma do filme é inglês, o que me dificultou em achar esse trailler porque eu só estava achando ou dublado em espanhol ou dublado em alemão. O que acho que faz perder a graça porque não tem muito da oscilação de idiomas que falei. Então me desculpem a legenda em espanhol mas foi o melhor que achei (e tá facinho de entender).

Nota:



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bravura Indômita

Postado por Hellen às 16:03 4 comentários
Eu sou uma blogeira vergonhosa, eu cheguei a ensaiar e até fiz um rascunho tosco de um parágrafo para "O amor e outras drogas", "Cisne Negro" e o "Discurso do rei". Mas a preguiça batia e a inspiração faltava até que deixei pra lá, mas digo que os três são muito válidos, interessantes e bons de maneiras totalmente diferentes. Mas agora vou falar do último filme que assisti no cinema "Bravura Indômita" (True Grit, 2010).

"You must pay for everything in this world, one way and another. There is nothing free except the grace of God."

Logo de começo digo que antes nada me chamava para assistir Bravura Indômita, porque a única coisa que ouvia falar era que se tratava de um remake de um filme de faroeste dos anos 60. O quanto isso me empolgava? Algo bem próximo de zero. Mas aí vi uma mini matéria destas que a tv faz para encher lingüiça e ele pareceu que no mínimo seria engraçadinho. Ainda juntou o fato de ter Matt Damon + sotaque sulista, que já estava eu "vumbora pro cinema". E agora já posso dizer que ele é muito mais que um remake engraçadinho de um faroeste dos anos 60.
Bravura Indômita
conta a história de Mattie Ross (Hailee Steinfield), uma menina de 14 anos que está em busca do desgraçado Tom Channey (Josh Brolin),que matou seu pai, para que seja feita vingança. Por isto ela
contrata o federal Reuben Rooster Cogburn (Jeff Bridges), que é um homem velho, caolho e bêbado. Junto a isso ainda temos o ranger texano LaBoeuf (Matt Damon♥♥) que entra nesta busca ao tal Tom. Mattie não é uma adolescente comum, ela é muito mais inteligente que isso. É uma grande negociadora que não deixa ninguém lhe fazer de idiota, conseguindo sempre o acordo que deseja com o poder de persuasão que nunca tive. Caso alguém tente passar a perna ela tem sempre o seu "I have a good lawer". E ainda é religiosa o que a faz se ver como instrumento de Deus para fazer justiça pela morte de seu pai, colocando citações bíblicas no filme que melhoram mais ainda a obra.

"ThoughI walk the valley of the shadow of death, the creator of all things watches over me."

Mattie é interpretada por Hailee Steinfield, que teve sua indicação muito digna ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, contudo não acredito muito que a academia dê a ela o prêmio, mesmo sendo muito seja merecido. A participação do federal Cogburn, sendo interpretado por Jeff Bridges (*muitos aplausos*), também é um dos grandes triunfos do filme. Ele é o principal responsável pela comicidade em meio a tragédia, afinal alguém que seja caolho, bêbado e com uma arma na mão pode parecer até parecer o cúmulo do trash, mas digo que foi o toque essencial para o humor da história. Para completar as gargalhadas temos diversas cenas "OF LOOOOL" que me fizeram contorcer de tanto rir, como o suposto "urso" andando de cavalo. E a forma como eles falavam os absurdos na maior naturalidade tornava tudo ainda melhor.

LOOOOOOOOOOOL

Como cereja do bolo ainda temos Matt Damon fazendo o ranger TEXANO (eu estranhamente tenho uma simpatia enorme pelo Texas e seu sotaque). La Beouf, que é seu personagem, parece ser o mais "centrado" do grupo. Ma também não deixa de lado suas piadinhas com relação ao federal e estarem carregando uma "pirralha" junto na missão.

Trio Ternurinha em busca de altas aventuras.

Assim Bravura Indômita se torna um ótimo filme com excelentes personagens, e atuações idens. Se ganha o Oscar? Na minha muito humilde opinião acho difícil a academia dar o Oscar para eles, no máximo vai para o Jeff Bridges, mas ainda aposto que o Colin Firth leva o prêmio. Segundo a Dai (my sis =D) para ela Bravura Indômita ganha sim, por questão de Nacionalismo americano pride, não vou mentir que se ganhar vou ficar feliz \=D/(só domingo mesmo para sabermos no que vai dar, façam suas apostas). Mas independente de Oscar é muito bom de assistir então corre pro cinema antes que saia de cartaz GOGOGO.





Nota:

domingo, 16 de janeiro de 2011

Les enfants de Timpelbach (2008) - A cidade das Crianças

Postado por Hellen às 09:02 3 comentários

Na vila de Timpelbach, as crianças afrontam os adultos e todas as formas de autoridade. Impotentes, os adultos decidem abandonar a vila, deixando-os a imaginar que todos partiram numa viagem. Quando as crianças se dão conta de que não existe um só adulto na vila, eles tomam conta de tudo, fazendo suas próprias leis









Estava na minha morgação de férias no sábado quando minha irmã encontrou este filme passando TC Premium. Como não estava fazendo nada mesmo..."bora assistir". E o filme até que me surpreendeu. Baseado em um livro francês "Les enfants de Timpelbach" de 1937, escrito por Henry Winterfield (não achei uma tradução do livro em português =/, mas se alguém achar faz sinal aqui) conta a história das crianças de uma cidadezinha onde todos os adultos resolveram se mandar para lhes ensinar uma lição (maturidade mil), mas para completar tais adultos um tanto desprovidos de esperteza se perdem e assim as crianças começam a viver por si próprias. As crianças de Timpelbach criam então um plano estratégico de funcionamento e segurança da cidade, mas acabam também se dividindo em dois partidos. O dos rebeldes revolucionários e o dos que querem que as coisas realmente funcionem e o qual é liderado por uma garota, Marianne.

Oscar, o vilão. Vive la révolution.

As crianças revoltadas bebem, fumam e passam o dia na jogatina como se não houvesse amanhã. As que ainda querem manter a cidade em pé para que não morram de fome ficam com o trabalho pesado e ainda tomam conta das mais novas como se elas mesmas não fossem mais crianças. Apesar de ser um filme infantil e para crianças ele consegue prender a atenção com diversos detalhes e ainda tirar risadas. Mas o mais legal é o cenário, figurino, fotografia, as cores são simplemente lindas. Achei muito bem produzido para a classe de filmes protagonizado por crianças que costumo ver. E para completarl ainda é em francês. Assistam e assistam o original (o dublado para variar tem aquelas vozes fanhas ridiculas que costumam colocar em crianças), acabei o filme querendo falar francês imediatamente.

Old movies

Postado por Hellen às 03:38 3 comentários
Primeiro post do ano. Assunto: filmes. Eu notei que tem MUITO clássico que eu vergonhosamente NUNCA vi. E resolvi começar a frequentar esta sessão da locadora nas férias para tirar o atraso de eras. Esta semana foram 3 filmes: Cantando na Chuva ; Dirty Dancing; Casablanca.

Cantando na chuva (Singing in the rain, 1952).
Don Lockwood e Lina Lamont são dois astros do cinema mudo que, com a chegada do som, devem fazer a transição também em suas carreiras. Enquanto Don se sai muito bem, Lina se aproveita o quanto pode de Kathy Selden, uma jovem que sonha em ser atriz, mas tem que trabalhar como escrava dublando a péssima voz de Lina. Quando Don se apaixona por Kathy, decide fazer de tudo para que o talento da amada seja finalmente reconhecido.



Esse acabou se tornando um dos meus musicais favoritos (sisegura Hairspray). O musical conta de uma forma fofa e muito engraçada a transição do cinema mudo para o falado. Don e Lina que são os grandes astros do cinema atual se vem no grande entrave de começarem a simplesmente falar em cena. O que consegue ser um problema maior ainda por Lina ter uma voz terrível, tanto quando fala quanto quando canta. Aliás é quando canta que as coisas ficam ainda piores. O filme mostra como a procura por uma dicção se tornou o grande desespero dos atores da época junto as tentativas da indústria para conseguir colocar um efeito sonoro no mínimo digno. O que mais me cativou neste filme é a forma tragicômica como tudo é mostrado, além das danças serem realmente incríveis, os musicais que normalmente assisto tem mais canto do que um boa dança. E Cantando na Chuva consegue reunir os dois com maestria. É uma comédia, musical, com uma boa pitada de sarcasmo. Se não assistiu ainda corre pra locadora(ou faz download, compra no balaio das Americanas, mas assista) =D.

Nota:


Dirty Dancing (1987)

Frances Houseman, conhecida como Baby, está passando férias com a família num resort nos Catskill. Um dia ela descobre onde os funcionários do hotel se divertem e dançam, e acaba se apaixonando por Johnny, o instrutor de dança. Quando a parceira de dança de Johnny fica grávida, ao se envolver com um dos garçons, a parceira de Johnny pede para Baby dançar em seu lugar. Mas o pai de Baby, quando descobre, não aprova, pois considera que Johnny irresponsável, pois tem para si que Johnny engravidou sua parceira e lhe pediu que fizesse um aborto.

'cause I had the time of my life...

Não, eu nunca tinha assistido a esse filme. Mesmo tendo passado incontáveis vezes na Sessão da Tarde. Não me discriminem u.u. Pela sinopse ele parece até um dos piores filmes da face da Terra. Mas não é, eu juro. Até gostei bastante. Minha opinião de Dirty Dancing é que ele é mesmo uma boa Sessão da Tarde (o que é raro, a partir do momento em que estamos cercados de coisas como Poulie o papagaio). O filme ao mesmo tempo que consegue ser brega é...afetuoso. O contexto em si é meio sem sal, menina adolescente meio que rebelde sem causa se apaixona pelo bonitão dançarino e o pai é contra. Mas Patrick Swayze super ganha a causa 'bringing the sexy back nos brega anos 80. Além de ter o famoso salto que ninguém consegue fazer e insistem tentar (por favor não tentem isso em casa).

Nota:

Casablanca (1942)

Casablanca: fácil para entrar, mas muito difícil para sair, especialmente se o seu nome estiver na lista dos mais procurados pelos Nazistas. No topo desta lista está o líder da resistência Tcheca, Victor Lazslo cuja única esperança é Rick Blaine, uma americano cínico que não arrisca seu pescoço por ninguém...especialmente pela mulher de Victor,Ilsa, sua ex-amante que partiu seu coração. Então, quando Ilsa oferece a si mesma em troca de um transporte seguro para que Laszlo deixe o país, o amargo Rick deve decidir o que é mais importante - sua própria felicidade ou as incontáveis vidas que estão em jogo.





Vou logo dizendo que eu esperava mais de Casablanca. Aqui ao contrário de Dirty Dancing o contexto é bem interessante. Pessoas fugindo de nazistas em uma cidade do Marrocos, esperando, epserando...um finalmente visto para ir para Lisboa e de lá para o Novo Mundo (aka América). De início eu tava até gostando porque tinha simpatizado também com o protagonista, Rick. Mas aí aprece uma mocinha songamonga que descarrila a história toda. Ilsa é uma personagem sem graça que havia se apaixonado por ele em Paris, mas acabou o abandonando e agora não sabe o quer da vida. Mas ela não é uma indecisa legal e independente como Scarlett de ...E o vento levou. Ela é uma indecisa chata e parasita, que fica pedindo favor e dizendo que ama um e outro. Enfim Ilsa consegue fazer o bom filme que poderia ser Casablanca a um pouco tedioso e com um final of LOL.


We'll always have Paris.
Nota:

 

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